Não me diga que não há saída
se ainda há vida,
viva.
Sorria,
haverá um novo raiar de dia,
e se não houver vou inventar.
Recomeçar:
cair, levantar,
murro, ponta, faca
sangue, dor, sorriso,
lágrima.
Que valor teria, essa fase de harmonia,
se outrora não culminasse agonia
agonia essa que hoje que me faz rimar?
Voar! Eu amo voar!
quem disse que é proibido tentar ?
Caio uma, duas, quantas vezes precisar
Acúmulo de forças, meu cair e levantar.
Se as rimas são pobres
rico é o coração que vos escreve
que de leve, de leve,
segue.
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