Hoje estou na estrada
embora desarmada, mantendo a minha guarda
valorizando cada lágrima derramada
Eu aprendi
que a partir dos meus erros posso acertar
e observando o erro alheio não precisarei mais errar
que inteligência nada mais é que um olhar atento.
Me reinventei
do meu perder me encontrei
e se em algum momento fui subordinado agora sou rei
Estrela, inspiração que irradia calor
pois mesmo sem receber seu merecido valor
continua a nascer todo amanhecer
fazendo seu espetáculo mais bonito
enquanto ninguém está desperto para ver.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Viva a vida
Viva a vida
Chore a vida
Sorria a vida
Curta a vida
Beije a vida
Ame a vida
Sinta a vida
Sonha a vida
Quem vai vivê-la por voce ?
11/03/2007
Chore a vida
Sorria a vida
Curta a vida
Beije a vida
Ame a vida
Sinta a vida
Sonha a vida
Quem vai vivê-la por voce ?
11/03/2007
domingo, 19 de dezembro de 2010
Fascínio vicioso
Teus olhos,ar de mistério
tudo que eu venero
em forma de um só ser.
A ausencia do concreto que tanto
me afastou, hoje se faz por si só
o motivo pelo qual aqui estou, a compor.
Hipnotizada, estagnada
alienada de tanto querer
Enfeitiçada pelo feitiço
da falta de um porquê.
Você, que me envolve e me fascina
naufragar-me-á em todo teu mar
e essa lua que nos ilumina
não cega-me tanto quanto lhe olhar
E quando as palavras não servirem mais,
pegai minhas mãos nesse exato momento
Olhai nos olhos e dires que é recíproco
a paz que emana e que me ama também.
tudo que eu venero
em forma de um só ser.
A ausencia do concreto que tanto
me afastou, hoje se faz por si só
o motivo pelo qual aqui estou, a compor.
Hipnotizada, estagnada
alienada de tanto querer
Enfeitiçada pelo feitiço
da falta de um porquê.
Você, que me envolve e me fascina
naufragar-me-á em todo teu mar
e essa lua que nos ilumina
não cega-me tanto quanto lhe olhar
E quando as palavras não servirem mais,
pegai minhas mãos nesse exato momento
Olhai nos olhos e dires que é recíproco
a paz que emana e que me ama também.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
A queda.
A minha fraqueza, que antes tão forte,
estremeceu, rendeu-se à queda.
E o meu ódio, adormecido,
despertara ávido,escandescente
Aos meus fãs, peço desculpas
deixarei a lembrança em meu lugar
O som que a alma oculta
em lágrimas já não sabem se expressar
Fui boa filha, boa estudante
boa amiga, boa confidente
Eu confiei sem confiar em mim
Eu nadei rumo a lugar algum
Cheguei, mas onde estou ?
- oras, nem tu sabes onde chegou!
Que vergonha deveras sentes
dessa sua vida tão deprimente!
E já não há sorrisos verdadeiros
pois nunca estes deixara surgir
tiraras o peso dos teus ombros
doce criança que cansou de fingir
Desce do palco, não há mais jeito
arranca toda essa dor que te abraça o leito
e bata longe as tuas asas. Caia.
Quem sabe um dia reaprenda a voar.
estremeceu, rendeu-se à queda.
E o meu ódio, adormecido,
despertara ávido,escandescente
Aos meus fãs, peço desculpas
deixarei a lembrança em meu lugar
O som que a alma oculta
em lágrimas já não sabem se expressar
Fui boa filha, boa estudante
boa amiga, boa confidente
Eu confiei sem confiar em mim
Eu nadei rumo a lugar algum
Cheguei, mas onde estou ?
- oras, nem tu sabes onde chegou!
Que vergonha deveras sentes
dessa sua vida tão deprimente!
E já não há sorrisos verdadeiros
pois nunca estes deixara surgir
tiraras o peso dos teus ombros
doce criança que cansou de fingir
Desce do palco, não há mais jeito
arranca toda essa dor que te abraça o leito
e bata longe as tuas asas. Caia.
Quem sabe um dia reaprenda a voar.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Surdez dos mudos.
Quero uns quadros pra pintar
ter um amor pra recordar
E se não houver o amanhã
o poderia ser feito, eu fiz.
Rejeito, tal é a minha ignorância
Que busco na teoria aprender a dançar essa dança
Da vida, sempre há um ponto de partida.
A fera tá ferida, não tá morta, acorda.
E de volta, sei que ainda posso ser feliz
só manter os ouvidos surdos de tudo que aí se diz.
Eles falam, porque já aprenderam todas as verdades,
enquanto perderam a essência e toda sensibilidade.
Eu construi o meu castelo longe da maré
a inveja é poderosa mas não abala a minha fé
Os meus sonhos não são seus castelos na areia
Eu desenho nas pedras o que em minh'alma incendeia.
E que a chuva não molha e o vento não pode levar
Como eu não ouvi que era impossível eu consegui protagonizar.
Lágrimas ácidas que corroem, desaprenderam a arte do sonhar
E hoje estão na platéia quem ontem só soube verdades pronunciar.
ter um amor pra recordar
E se não houver o amanhã
o poderia ser feito, eu fiz.
Rejeito, tal é a minha ignorância
Que busco na teoria aprender a dançar essa dança
Da vida, sempre há um ponto de partida.
A fera tá ferida, não tá morta, acorda.
E de volta, sei que ainda posso ser feliz
só manter os ouvidos surdos de tudo que aí se diz.
Eles falam, porque já aprenderam todas as verdades,
enquanto perderam a essência e toda sensibilidade.
Eu construi o meu castelo longe da maré
a inveja é poderosa mas não abala a minha fé
Os meus sonhos não são seus castelos na areia
Eu desenho nas pedras o que em minh'alma incendeia.
E que a chuva não molha e o vento não pode levar
Como eu não ouvi que era impossível eu consegui protagonizar.
Lágrimas ácidas que corroem, desaprenderam a arte do sonhar
E hoje estão na platéia quem ontem só soube verdades pronunciar.
sábado, 11 de dezembro de 2010
Frase do dia.
" Hoje mais do que nunca eu sei que, até pra desistir requer muita coragem, coragem essa que não tenho. " - Thayssa C. Teixeira.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Recomeço.
Não me diga que não há saída
se ainda há vida,
viva.
Sorria,
haverá um novo raiar de dia,
e se não houver vou inventar.
Recomeçar:
cair, levantar,
murro, ponta, faca
sangue, dor, sorriso,
lágrima.
Que valor teria, essa fase de harmonia,
se outrora não culminasse agonia
agonia essa que hoje que me faz rimar?
Voar! Eu amo voar!
quem disse que é proibido tentar ?
Caio uma, duas, quantas vezes precisar
Acúmulo de forças, meu cair e levantar.
Se as rimas são pobres
rico é o coração que vos escreve
que de leve, de leve,
segue.
se ainda há vida,
viva.
Sorria,
haverá um novo raiar de dia,
e se não houver vou inventar.
Recomeçar:
cair, levantar,
murro, ponta, faca
sangue, dor, sorriso,
lágrima.
Que valor teria, essa fase de harmonia,
se outrora não culminasse agonia
agonia essa que hoje que me faz rimar?
Voar! Eu amo voar!
quem disse que é proibido tentar ?
Caio uma, duas, quantas vezes precisar
Acúmulo de forças, meu cair e levantar.
Se as rimas são pobres
rico é o coração que vos escreve
que de leve, de leve,
segue.
sábado, 27 de novembro de 2010
Frase para a vida.
"Presenteie quem lhe critica com um cala boca de vitórias". - por Thayssa C. Teixeira.
Reflexão de Valores, parte dois.
Um dia, hoje, um sábio me iluminou o pensar: aqueles que tiveram tudo fácil, sem esforço, podem até chegar a ter um status social mais elevado que o seu, mas JAMAIS sentirão na pele aquilo que só quem come a grama do chão para muito depois contemplar o jardim sente: Eu cheguei até aqui, eu cheguei até aqui sozinho. Os que riram, a metade estão bem piores que eu e a outra metade, infelizes. Não sabem eles a alegria e a satisfação que se tem quando se chega onde o fraco, burro, lento, chegou. Não importa aonde. O meu maior engano durante muito tempo foi pensar que a felicidade estava na concretização daquilo que se quer, mas não, a felicidade está no caminho e, principalmente o quanto você teve de caminhar, independente da direção. Podem rir. E como já dizia Mário Quintana,
" Todos estes que aí estão. Atravancando o meu caminho, Eles passarão. Eu passarinho!"05/10/2010 14:04
" Todos estes que aí estão. Atravancando o meu caminho, Eles passarão. Eu passarinho!"05/10/2010 14:04
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Reflexão de Valores, parte um.
Reflexão de valores.
" Um dia ouvi dizer que o amadurecimento decorria das experiências vividas e não com o números de velas apagadas. Seja lá quem for que pronunciou isso, meu ode eterno.
E se alguém viver diversas experiências, uma atrás da outra, sem freio, sem grades, por desconhecer do 'não' ? Será que a pessoa se torna mais madura por isso ? duvido. Talvez ela enlouqueça.
O excesso de informações e a divergência entre as mesmas sem dúvida enlouquece até os ditos sanos, não é a toa que o novo trás o medo e há cada vez mais gente procurando psiquiatras
do que psicólogos, cada vez mais gente doente da cabeça e jovens de mente oca, sem criatividade e tão robóticos quanto os garçons da China.
Nascemos sozinhos e morremos sozinhos. Crescemos rodeado por algo denominado família e que, segundo sua denominação,sugere "escravo doméstico", "servidão", do latim "famulus",
contradiz a falsa moral imposta de que "família" seria a base,a proteção e que nela poderíamos nos apoiar sem medo de cair. Escravidão ideológica, só se for isso.
Nós humanos somos tão pequenos que sentimos a necessidade de unir-mos para nos acharmos maiores em poder e força. Aí está o erro. A base, que deveria ser base como no sentido literal da palavra, é que nos tira os chão. E esse chão, que uma hora ou outra somos obrigados a pisar, é duro demais para aqueles que antes flutuavam, sentiam-se fortes e protegidos.
Nascemos sozinhos, morremos sozinhos, mas nos esquecemos que podemos viver sozinhos. Não precisamos de ninguém. Principalmente os de saúde física impecável: dois braços, duas pernas, visão boa e capacidade de raciocínio. A "família" só nos dá a falsa visão de que podemos acreditar e nos apoiar incondicionalmente, pois até estes mesmos no decorrer da vida nos mostram o quanto somos pequenos e que quando a obrigação deles for cumprida de acordo com a moral dada e repetida instintivamente, você já não estará protegidos por eles, terá de não a aprender a caminhar sozinho, mas aprender a caminhar. Daí, no desespero, você busca em outras pessoas tudo aquilo que antes você tinha em sua 'familia', ou, sua escravidão doméstica. As vezes libertar-se não é fácil e, quem sabe liberdade não seja sinônimo de felicidade. Se ser livre é ser sozinho e se isso bastasse, porque nos unimos ?
Ou nos adaptamos a vida como ela é ou ela nos adapta a ela. Ambos os caminhos são rodeados de incertezas, desvios e insegurança. A escolha é sua, a questão é nossa."
4 de Novembro de 2010, 05:27 da manhã. (dia e hora que escrevi).
" Um dia ouvi dizer que o amadurecimento decorria das experiências vividas e não com o números de velas apagadas. Seja lá quem for que pronunciou isso, meu ode eterno.
E se alguém viver diversas experiências, uma atrás da outra, sem freio, sem grades, por desconhecer do 'não' ? Será que a pessoa se torna mais madura por isso ? duvido. Talvez ela enlouqueça.
O excesso de informações e a divergência entre as mesmas sem dúvida enlouquece até os ditos sanos, não é a toa que o novo trás o medo e há cada vez mais gente procurando psiquiatras
do que psicólogos, cada vez mais gente doente da cabeça e jovens de mente oca, sem criatividade e tão robóticos quanto os garçons da China.
Nascemos sozinhos e morremos sozinhos. Crescemos rodeado por algo denominado família e que, segundo sua denominação,sugere "escravo doméstico", "servidão", do latim "famulus",
contradiz a falsa moral imposta de que "família" seria a base,a proteção e que nela poderíamos nos apoiar sem medo de cair. Escravidão ideológica, só se for isso.
Nós humanos somos tão pequenos que sentimos a necessidade de unir-mos para nos acharmos maiores em poder e força. Aí está o erro. A base, que deveria ser base como no sentido literal da palavra, é que nos tira os chão. E esse chão, que uma hora ou outra somos obrigados a pisar, é duro demais para aqueles que antes flutuavam, sentiam-se fortes e protegidos.
Nascemos sozinhos, morremos sozinhos, mas nos esquecemos que podemos viver sozinhos. Não precisamos de ninguém. Principalmente os de saúde física impecável: dois braços, duas pernas, visão boa e capacidade de raciocínio. A "família" só nos dá a falsa visão de que podemos acreditar e nos apoiar incondicionalmente, pois até estes mesmos no decorrer da vida nos mostram o quanto somos pequenos e que quando a obrigação deles for cumprida de acordo com a moral dada e repetida instintivamente, você já não estará protegidos por eles, terá de não a aprender a caminhar sozinho, mas aprender a caminhar. Daí, no desespero, você busca em outras pessoas tudo aquilo que antes você tinha em sua 'familia', ou, sua escravidão doméstica. As vezes libertar-se não é fácil e, quem sabe liberdade não seja sinônimo de felicidade. Se ser livre é ser sozinho e se isso bastasse, porque nos unimos ?
Ou nos adaptamos a vida como ela é ou ela nos adapta a ela. Ambos os caminhos são rodeados de incertezas, desvios e insegurança. A escolha é sua, a questão é nossa."
4 de Novembro de 2010, 05:27 da manhã. (dia e hora que escrevi).
domingo, 21 de novembro de 2010
Diário dos antigos Gênios.
E em cada olhar eu vejo um filme,
por tantas vezes senti sono.
Melhor fechar esses meus olhos
que ânsia de vômito me proporcionam.
De tantas coisas que eu já vi,
dentre tantas outras que já vivi,
já não preciso de fugas pra alucinação.
A minha viagem eu faço aqui,
e eu a farei de pés no chão.
Talvez esteja lá quando chamar-me,
mas não obrigue de estar também minha alma.
Se eu sigo aqui é pela tribo,
pela utopia de também tornar-me índio.
Tudo que trago comigo e que faz sentido,
não faz sentido, não faz sentido.
É tão dificil ser dividido!
Mas antes metade do que ninguém.
Não jogarei no cárcere a minha essência,
mas confie que esta permanecerá guardada.
Os meu valores são o nada e o tudo que tenho,
o que eu respiro que não é volátil,
uma guerra desarmada.
Plantei valores, colhi solidão.
Pronunciei palavras enquanto estas
por tantas vezes foram senão cuspidas.
Estou de partida, estou de partida.
De fato o que pra todos é,
pra mim, não é vida.
Perdoai vós essa minha falta de humor,
se não há graça pra mim tanta farsa
gratuitamente distribuida.
Se não acredito em uma palavra proferida
advinda desses tão profanos lábios.
-"Ali vem ele, ali vai ele" - Futuro promissor
de fracassos.
Se manifestar-me, julgar-me-ão insana
se afastar-me, julgar-me-ão perdedora.
Resolvi agora me fazer de tola, enganar quem sabe
vossa progenitora, que enjaula tantos cérebros
sem artifício das grades.
Mente insana, mais que sana
tão tamanha sua complexidade.
Mente insana que sabe de tantas verdades,
tais verdades proibidas de entrar no jogo.
A escolha é nossa, jogá-lo ou não,
é mais fácil ser a regra no lugar da excessão.
Fazer-me-ei de tonta, sorrindo com vocês de vocês.
Alimentamos todos nós essa palhaçada,
supondo um dia colorir nossos sonhos-piada.
E em cada olhar eu vejo um filme,
por tantas vezes senti sono.
Melhor fechar esses meus olhos
que ânsia de vômito me proporcionam.
De tantas coisas que eu já vi,
dentre tantas outras que já vivi,
já não preciso de fugas pra alucinação.
A minha viagem eu faço aqui,
e eu a farei de pés no chão.
Talvez esteja lá quando chamar-me,
mas não obrigue de estar também minha alma.
Se eu sigo aqui é pela tribo,
pela utopia de também tornar-me índio.
Tudo que trago comigo e que faz sentido,
não faz sentido, não faz sentido.
É tão dificil ser dividido!
Mas antes metade do que ninguém.
Não jogarei no cárcere a minha essência,
mas confie que esta permanecerá guardada.
Os meu valores são o nada e o tudo que tenho,
o que eu respiro que não é volátil,
uma guerra desarmada.
Plantei valores, colhi solidão.
Pronunciei palavras enquanto estas
por tantas vezes foram senão cuspidas.
Estou de partida, estou de partida.
De fato o que pra todos é,
pra mim, não é vida.
Perdoai vós essa minha falta de humor,
se não há graça pra mim tanta farsa
gratuitamente distribuida.
Se não acredito em uma palavra proferida
advinda desses tão profanos lábios.
-"Ali vem ele, ali vai ele" - Futuro promissor
de fracassos.
Se manifestar-me, julgar-me-ão insana
se afastar-me, julgar-me-ão perdedora.
Resolvi agora me fazer de tola, enganar quem sabe
vossa progenitora, que enjaula tantos cérebros
sem artifício das grades.
Mente insana, mais que sana
tão tamanha sua complexidade.
Mente insana que sabe de tantas verdades,
tais verdades proibidas de entrar no jogo.
A escolha é nossa, jogá-lo ou não,
é mais fácil ser a regra no lugar da excessão.
Fazer-me-ei de tonta, sorrindo com vocês de vocês.
Alimentamos todos nós essa palhaçada,
supondo um dia colorir nossos sonhos-piada.
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