sábado, 27 de novembro de 2010
Frase para a vida.
"Presenteie quem lhe critica com um cala boca de vitórias". - por Thayssa C. Teixeira.
Reflexão de Valores, parte dois.
Um dia, hoje, um sábio me iluminou o pensar: aqueles que tiveram tudo fácil, sem esforço, podem até chegar a ter um status social mais elevado que o seu, mas JAMAIS sentirão na pele aquilo que só quem come a grama do chão para muito depois contemplar o jardim sente: Eu cheguei até aqui, eu cheguei até aqui sozinho. Os que riram, a metade estão bem piores que eu e a outra metade, infelizes. Não sabem eles a alegria e a satisfação que se tem quando se chega onde o fraco, burro, lento, chegou. Não importa aonde. O meu maior engano durante muito tempo foi pensar que a felicidade estava na concretização daquilo que se quer, mas não, a felicidade está no caminho e, principalmente o quanto você teve de caminhar, independente da direção. Podem rir. E como já dizia Mário Quintana,
" Todos estes que aí estão. Atravancando o meu caminho, Eles passarão. Eu passarinho!"05/10/2010 14:04
" Todos estes que aí estão. Atravancando o meu caminho, Eles passarão. Eu passarinho!"05/10/2010 14:04
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Reflexão de Valores, parte um.
Reflexão de valores.
" Um dia ouvi dizer que o amadurecimento decorria das experiências vividas e não com o números de velas apagadas. Seja lá quem for que pronunciou isso, meu ode eterno.
E se alguém viver diversas experiências, uma atrás da outra, sem freio, sem grades, por desconhecer do 'não' ? Será que a pessoa se torna mais madura por isso ? duvido. Talvez ela enlouqueça.
O excesso de informações e a divergência entre as mesmas sem dúvida enlouquece até os ditos sanos, não é a toa que o novo trás o medo e há cada vez mais gente procurando psiquiatras
do que psicólogos, cada vez mais gente doente da cabeça e jovens de mente oca, sem criatividade e tão robóticos quanto os garçons da China.
Nascemos sozinhos e morremos sozinhos. Crescemos rodeado por algo denominado família e que, segundo sua denominação,sugere "escravo doméstico", "servidão", do latim "famulus",
contradiz a falsa moral imposta de que "família" seria a base,a proteção e que nela poderíamos nos apoiar sem medo de cair. Escravidão ideológica, só se for isso.
Nós humanos somos tão pequenos que sentimos a necessidade de unir-mos para nos acharmos maiores em poder e força. Aí está o erro. A base, que deveria ser base como no sentido literal da palavra, é que nos tira os chão. E esse chão, que uma hora ou outra somos obrigados a pisar, é duro demais para aqueles que antes flutuavam, sentiam-se fortes e protegidos.
Nascemos sozinhos, morremos sozinhos, mas nos esquecemos que podemos viver sozinhos. Não precisamos de ninguém. Principalmente os de saúde física impecável: dois braços, duas pernas, visão boa e capacidade de raciocínio. A "família" só nos dá a falsa visão de que podemos acreditar e nos apoiar incondicionalmente, pois até estes mesmos no decorrer da vida nos mostram o quanto somos pequenos e que quando a obrigação deles for cumprida de acordo com a moral dada e repetida instintivamente, você já não estará protegidos por eles, terá de não a aprender a caminhar sozinho, mas aprender a caminhar. Daí, no desespero, você busca em outras pessoas tudo aquilo que antes você tinha em sua 'familia', ou, sua escravidão doméstica. As vezes libertar-se não é fácil e, quem sabe liberdade não seja sinônimo de felicidade. Se ser livre é ser sozinho e se isso bastasse, porque nos unimos ?
Ou nos adaptamos a vida como ela é ou ela nos adapta a ela. Ambos os caminhos são rodeados de incertezas, desvios e insegurança. A escolha é sua, a questão é nossa."
4 de Novembro de 2010, 05:27 da manhã. (dia e hora que escrevi).
" Um dia ouvi dizer que o amadurecimento decorria das experiências vividas e não com o números de velas apagadas. Seja lá quem for que pronunciou isso, meu ode eterno.
E se alguém viver diversas experiências, uma atrás da outra, sem freio, sem grades, por desconhecer do 'não' ? Será que a pessoa se torna mais madura por isso ? duvido. Talvez ela enlouqueça.
O excesso de informações e a divergência entre as mesmas sem dúvida enlouquece até os ditos sanos, não é a toa que o novo trás o medo e há cada vez mais gente procurando psiquiatras
do que psicólogos, cada vez mais gente doente da cabeça e jovens de mente oca, sem criatividade e tão robóticos quanto os garçons da China.
Nascemos sozinhos e morremos sozinhos. Crescemos rodeado por algo denominado família e que, segundo sua denominação,sugere "escravo doméstico", "servidão", do latim "famulus",
contradiz a falsa moral imposta de que "família" seria a base,a proteção e que nela poderíamos nos apoiar sem medo de cair. Escravidão ideológica, só se for isso.
Nós humanos somos tão pequenos que sentimos a necessidade de unir-mos para nos acharmos maiores em poder e força. Aí está o erro. A base, que deveria ser base como no sentido literal da palavra, é que nos tira os chão. E esse chão, que uma hora ou outra somos obrigados a pisar, é duro demais para aqueles que antes flutuavam, sentiam-se fortes e protegidos.
Nascemos sozinhos, morremos sozinhos, mas nos esquecemos que podemos viver sozinhos. Não precisamos de ninguém. Principalmente os de saúde física impecável: dois braços, duas pernas, visão boa e capacidade de raciocínio. A "família" só nos dá a falsa visão de que podemos acreditar e nos apoiar incondicionalmente, pois até estes mesmos no decorrer da vida nos mostram o quanto somos pequenos e que quando a obrigação deles for cumprida de acordo com a moral dada e repetida instintivamente, você já não estará protegidos por eles, terá de não a aprender a caminhar sozinho, mas aprender a caminhar. Daí, no desespero, você busca em outras pessoas tudo aquilo que antes você tinha em sua 'familia', ou, sua escravidão doméstica. As vezes libertar-se não é fácil e, quem sabe liberdade não seja sinônimo de felicidade. Se ser livre é ser sozinho e se isso bastasse, porque nos unimos ?
Ou nos adaptamos a vida como ela é ou ela nos adapta a ela. Ambos os caminhos são rodeados de incertezas, desvios e insegurança. A escolha é sua, a questão é nossa."
4 de Novembro de 2010, 05:27 da manhã. (dia e hora que escrevi).
domingo, 21 de novembro de 2010
Diário dos antigos Gênios.
E em cada olhar eu vejo um filme,
por tantas vezes senti sono.
Melhor fechar esses meus olhos
que ânsia de vômito me proporcionam.
De tantas coisas que eu já vi,
dentre tantas outras que já vivi,
já não preciso de fugas pra alucinação.
A minha viagem eu faço aqui,
e eu a farei de pés no chão.
Talvez esteja lá quando chamar-me,
mas não obrigue de estar também minha alma.
Se eu sigo aqui é pela tribo,
pela utopia de também tornar-me índio.
Tudo que trago comigo e que faz sentido,
não faz sentido, não faz sentido.
É tão dificil ser dividido!
Mas antes metade do que ninguém.
Não jogarei no cárcere a minha essência,
mas confie que esta permanecerá guardada.
Os meu valores são o nada e o tudo que tenho,
o que eu respiro que não é volátil,
uma guerra desarmada.
Plantei valores, colhi solidão.
Pronunciei palavras enquanto estas
por tantas vezes foram senão cuspidas.
Estou de partida, estou de partida.
De fato o que pra todos é,
pra mim, não é vida.
Perdoai vós essa minha falta de humor,
se não há graça pra mim tanta farsa
gratuitamente distribuida.
Se não acredito em uma palavra proferida
advinda desses tão profanos lábios.
-"Ali vem ele, ali vai ele" - Futuro promissor
de fracassos.
Se manifestar-me, julgar-me-ão insana
se afastar-me, julgar-me-ão perdedora.
Resolvi agora me fazer de tola, enganar quem sabe
vossa progenitora, que enjaula tantos cérebros
sem artifício das grades.
Mente insana, mais que sana
tão tamanha sua complexidade.
Mente insana que sabe de tantas verdades,
tais verdades proibidas de entrar no jogo.
A escolha é nossa, jogá-lo ou não,
é mais fácil ser a regra no lugar da excessão.
Fazer-me-ei de tonta, sorrindo com vocês de vocês.
Alimentamos todos nós essa palhaçada,
supondo um dia colorir nossos sonhos-piada.
E em cada olhar eu vejo um filme,
por tantas vezes senti sono.
Melhor fechar esses meus olhos
que ânsia de vômito me proporcionam.
De tantas coisas que eu já vi,
dentre tantas outras que já vivi,
já não preciso de fugas pra alucinação.
A minha viagem eu faço aqui,
e eu a farei de pés no chão.
Talvez esteja lá quando chamar-me,
mas não obrigue de estar também minha alma.
Se eu sigo aqui é pela tribo,
pela utopia de também tornar-me índio.
Tudo que trago comigo e que faz sentido,
não faz sentido, não faz sentido.
É tão dificil ser dividido!
Mas antes metade do que ninguém.
Não jogarei no cárcere a minha essência,
mas confie que esta permanecerá guardada.
Os meu valores são o nada e o tudo que tenho,
o que eu respiro que não é volátil,
uma guerra desarmada.
Plantei valores, colhi solidão.
Pronunciei palavras enquanto estas
por tantas vezes foram senão cuspidas.
Estou de partida, estou de partida.
De fato o que pra todos é,
pra mim, não é vida.
Perdoai vós essa minha falta de humor,
se não há graça pra mim tanta farsa
gratuitamente distribuida.
Se não acredito em uma palavra proferida
advinda desses tão profanos lábios.
-"Ali vem ele, ali vai ele" - Futuro promissor
de fracassos.
Se manifestar-me, julgar-me-ão insana
se afastar-me, julgar-me-ão perdedora.
Resolvi agora me fazer de tola, enganar quem sabe
vossa progenitora, que enjaula tantos cérebros
sem artifício das grades.
Mente insana, mais que sana
tão tamanha sua complexidade.
Mente insana que sabe de tantas verdades,
tais verdades proibidas de entrar no jogo.
A escolha é nossa, jogá-lo ou não,
é mais fácil ser a regra no lugar da excessão.
Fazer-me-ei de tonta, sorrindo com vocês de vocês.
Alimentamos todos nós essa palhaçada,
supondo um dia colorir nossos sonhos-piada.
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